1972
- Nasce Fabrício Carpi Nejar, em Caxias do Sul (RS), o
terceiro dos quatro filhos de Maria Carpi e Carlos Nejar.
1974
- Passa a morar em Porto Alegre, na avenida Corte Real.
1979
- Muda de residência para rua Lageado, no bairro
Petrópolis, em Porto Alegre, onde vive até os 20 anos.
Ingressa na Escola Municipal Imperatriz Leopoldina, a
três quadras de casa.
1981
- Carlos Nejar se separa de Maria Carpi. A mãe cuida dos
quatro filhos, é aprovada em concurso na Defensoria
Pública e dá aulas na PUC.
1987
- Ingressa no Colégio Aplicação, onde realiza o 2º Grau.
1990
- É aprovado no vestibular da Universidade Federal do
Rio Grande do Sul. Cursa Jornalismo. Publica seu
primeiro poema na revista experimental da Fabico.
1994
- Nasce sua primeira filha, Mariana, do seu namoro com
Géssica.
1995
- Forma-se em Jornalismo e começa a trabalhar na
imprensa.
1996
- Casa com Ana Lúcia e passa a morar em São Leopoldo
(RS).
1998
- Publica seu primeiro livro, “As Solas do Sol”, pela
editora Bertrand Brasil, em convênio com a Fundação
Biblioteca Nacional. Une seus sobrenomes e passa a
assinar Carpinejar.
1999
- Recebe o Prêmio Fernando Pessoa, da União Brasileira
de Escritores e é finalista do Prêmio Açorianos.
2000 - Publica “Um terno de pássaros ao sul”,
livro que recebe o Prêmio Destaque Literário da 46ª
Feira do Livro de Porto Alegre. Ingressa no mestrado em
Literatura Brasileira, na Universidade Federal do Rio
Grande do Sul.
2001 - Recebe o
Prêmio Açorianos de Literatura e o prêmio Marengo D' Oro
(Itália). Publica “Terceira Sede”. É convidado para
participar da Jornada de Literatura de Passo Fundo,
"2001: uma jornada na galáxia de Gutenberg - da prensa à
e-book". Patrono da Feira do Livro de São Leopoldo (RS).
2002 - Recebe o
Prêmio Cecília Meireles da União Brasileira de
Escritores e o Açorianos de Literatura. Defende
dissertação e conclui o Mestrado, com estudo sobre “A
Teologia do Traste na poesia de Manoel de Barros, em
contraposição à Psicologia da Composição de João
Cabral”. Publica “Biografia de uma árvore”. Patrono da
Feira do Livro de Barra do Ribeiro (RS). Nasce Vicente,
seu segundo filho.
2003 - Prêmio
Nacional Olavo Bilac 2003, da Academia Brasileira de
Letras, com "Biografia de uma árvore", escolhido o
melhor livro de poesia de 2002. Publica sua primeira
antologia, "Caixa de Sapatos", pela Companhia das
Letras. Seu nome alcança prestígio nacional. A seleta é
editada em Portugal pela editora Quasi. Abre seu blog -
http://carpinejar.blogger.com.br - e começa a postar
crônicas. É colunista da revista Vida Simples
durante um ano.
2004 - A editora Bertrand Brasil compra os
direitos de toda sua obra adulta. Lança "Cinco Marias"
em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. A obra
vende duas edições em um semestre (hoje está na 5ª
edição) e gera coleção de poesia no selo. O volume é
indicado pela imprensa como um dos melhores do ano.
Revista Época destaca que o autor é a voz
clássica da nova geração: "Vibra clássico e mergulha
em temas que os outros descartaram por moda, ou tédio.
Ele reencarna no Brasil o português Cesário Verde, poeta
que exaltou a simplicidade e o cotidiano". Publica
ainda seu primeiro livro infantil "Porto Alegre e o Dia
em que a Cidade Fugiu de Casa", ilustrado por Eduardo
Nasi, dentro da coleção Paralelepípedos da editora
Alaúde, onde 27 autores são escolhidos para retratar as
capitais do país. É indicado a Patrono da Feira do Livro
de Porto Alegre (indicação que se repetiria em 2005,
2006 e 2007). Exerce o papel de colunista do suplemento
cultural Rascunho, de Curitiba (PR).
2005 - Publica
"Como no Céu/Livro de Visitas", um livro bipolar, que
fala do relacionamento de duas formas. De um lado,
otimista e do outro, pessimista. Millôr Fernandes
recomenda: "Vai. Lê ele. Devagar. Decifra-o. E ele
te devora". Inaugura a seção Consultório Poético no
site da revista Superinteressante, que depois
seguiria para o condomínio virtual da Rede Globo.
Apresenta o programa de tevê, "A Bela e a Fera", na
TV Unisinos, junto de Márcia Tiburi. Assume a
coluna "Primeiras Intenções", da revista Crescer.
2006 - Recebe o
Prêmio Erico Verissimo, pelo conjunto da obra, da Câmara
Municipal de Vereadores de Porto Alegre. É finalista do
Prêmio Jabuti na categoria Poesia pelo livro "Como no
céu/Livro de Visitas". Lança seu primeiro livro de
crônicas, "O Amor Esquece de Começar", refletindo sobre
o amor a partir do ponto de vista feminino. Poema do
livro "Terceira Sede" é tema de questão do vestibular da
UFRGS, concurso 2006/1. Seus livros são adotados como
leituras obrigatórias em vestibulares por diferentes
universidades brasileiras, como UCS, Unisc e
Universidade Católica de Goiás. Edita seu segundo livro
infantil, "Filhote de Cruz Credo" (Girafa), com
ilustrações de Rodrigo Rosa, que denuncia de forma
pioneira o bullying, um termo inglês utilizado
para descrever atos de violência física ou psicológica,
intencionais e repetidos, praticados na escola. Atua
como professor nos cursos de Formação de Produtores e
Músicos de Rock e de Escritores e Agentes Literários,
ambos da Unisinos. É patrono das Feiras do Livro de
Esteio e Taquara. Substitui Luis Fernando Verissimo no
caderno Donna do jornal Zero Hora durante as
férias do titular.
2007 - Publica "Meu
Filho, Minha Filha", que aborda o universo da família
contemporâneo. Conta sua experiência em versos como pai
separado e com filho em casa. A obra tem um forte apelo
de público e de crítica. De acordo com Adriana Falcão,
"Carpinejar inventou a poesia-verdade que dói mais
do que a possibilidade do Pneumotórax ou dos versos de
amor perdido que todo mundo conhece”. É patrono das
Feiras dos Livros de Cachoerinha, São Sebastião do Caí,
Lajeado e Niterói/Canoas. Agita a cena literária gaúcha
com os projetos literários "Em busca do tempo perdido"
e "Miss Cultura".
2008 - Seu blog
supera a marca de um milhão de visitantes. A cantora Ana
Carolina intepreta poema de "Meu Filho, Minha Filha" em
seu show "Dois Quartos". É um dos convidados do
Seminário de Altos Estudos Fronteiras do Pensamento,
em conferência ao lado do escritor cubano Pedro Juan
Gutiérrez, no Salão de Atos da Ufrgs, em Porto Alegre
(RS). Colabora com resenhas sobre livros para o Caderno
2, do jornal O Estado de São Paulo. Publica o
livro "Canalha", reunião de crônicas que tematiza a
mudança comportamental do homem no convívio doméstico.
Faz sua estréia juvenil com "Diário de um Apaixonado"
(ilustrado por Rodrigo Rosa) pela Mercuryo Jovem, uma
versão divertida do clássico álbum “Amar é...”. É
patrono das Feiras do Livro de Santa Clara do Sul, São
Sepé e Garibaldi. Fim do seu casamento com Ana Lúcia,
assume guarda partilhada de Vicente e volta a morar em
Porto Alegre (RS).
2009 - É um dos
mais requisitados autores para participar de eventos, já
realizou mais de mil palestras pelo Brasil em uma década
de atuação literária. Conduz oficinas de poesia e de
crônica no Studio Clio, Sinpro e Caixa Econômica
Federal, em Porto Alegre (RS). Recebe o Prêmio
Jabuti/2009, edição 51ª, da Câmara Brasileira do Livro,
na categoria Contos e Crônicas, com “Canalha!”. Lança o
primeiro livro no Brasil de frases do twitter,
www.twitter.com/carpinejar/, reunião de aforismos
com até 140 caracteres. É finalista do Prêmio Fato
Literário, do Grupo RBS. Substitui Luis Fernando
Verissimo durante suas férias no jornal Zero Hora.
"Filhote de Cruz Credo" é adaptado para o teatro em
montagem de Bob Bahlis. A pesquisadora Julliany Mucury,
da UnB, defende dissertação “Da raiz ao fruto na
contemporaneidade”, sobre a obra de Fabrício Carpinejar.
É escolhido patrono das Feiras do Livro de Viamão e
Torres. Integra o grupo de cronistas do site Vida
Breve. Muda seu blog de endereço para
www.carpinejar.blogspot.com